www.biosphèrepourdemain.org - http://biospherepourdemain.org/ Comunicado de imprensa de 22 de maio de 2017
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CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FRANCESA, SENHOR Emmanuel MACRON.
Senhor Presidente, deve a sua eleição a um empenhamento inequívoco. É mesmo tempo de construir uma nova sociedade. E de estar à altura do desafio de JF-Kennedy morto em Dallas, 22 de novembro de 1963.

Desde 1989, a «Biosphère Pour Demain» prepara a chegada da «Civilização do Terceiro Milénio». Nasceu a 5 março de 2012 em Atenas. É, ao mesmo tempo, a alternativa e a antítese da «Nova Ordem Mundial». Para os cidadãos, «Está tudo ao alcance da mão»… o êxito também ! Mulheres e homens honrados abriram caminho, tal como os respeitados presidentes John Fitzgerald KENNEDY e o General Charles de GAULLE.
- Devemos : 1/ Tomar a iniciativa, 2/ Traçar a nova estrada e 3/ Definir prazos.
Para dar o impulso inicial «Basta um sinal»… como diz o poeta... Talvez o seu sinal? Porque não?

«Muito há a fazer para realizar a paz, a justiça a compreensão entre os homens...
Não penso que este país chegue ao topo da colina com esta administração... mas um dia chegará,
e espero que, então, eles pensem que fizemos a nossa parte...» disse John-Fitzgerald KENNEDY.

«Toda a gente se encolhe. Est+a para dirar… enquanto não o denunciarmos e não lhe pusermos fim. (…) Somos nós que temos essa obrigação» garantia Charles De GAULLE.

A iniciativa de cidadania assume agora o comando para concluir a obra iniciada pelo povo grego há 2500anos. A Civilazação do Terceiro Milénio está em marcha! Inspirado na Democracia Consumada, o objetivo destas ações pacíficas, sistematicamente não violentas, é conseguir que os governos de todo o mundo tenham em conta as aspirações dos cidadãos construtores e facilitem as suas ações. Senhor Presidente, está tudo ao alcance da NOSSA MÃO... e das SUAS MÃOS também



www.biosphèrepourdemain.org - http://biospherepourdemain.org/ Comunicado de imprensa de 22 de maio de 2017
«É tempo de construir uma nova sociedade e de estar à altura do desafio de JF-Kennedy morto em Dallas, 22 de novembro de 1963.
»

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FRANCESA, SENHOR Emmanuel MACRON.

Senhor Presidente, deve a sua eleição a um empenhamento inequívoco): «Renovação democrática, estratégia de manutenção da Paz, a palavra ao povo, Igualdade homens/mulheres, Nova política, Justiça independente, etc.».
A sua vontade expressa é acompanhada da tomada de consciência de que «A Nova Ordem Mundial nos impõe o terrorismo...» Ela é, pois, responsável por crimes hediondos cometidos em nosso nome, contra a nossa vontade, que deixam os cidadãos do mundo perante o futuro incerto, dito democrático, que ela nos desenha.

É mesmo tempo de construir uma nova sociedade, antes que esta oligarquia, que se crê a dois passos de uma vitória total, destrua completamente a alma da humanidade. Há dois séculos que ela prepara o seu domínio absoluto da humanidade. Os meios para atingir os seus fins são: a escravatura financeira e económica, a subversão, as guerras, as ditaduras e as catástrofes programadas para chegar ao caos final, «a grande crise profunda», como dizem os que a promovem... Regozijando-se de antemão!
Desde 1989, a «Biosphère Pour Demain» prepara a chegada da «Civilização do Terceiro Milénio».
Nasceu a 5 março de 2012 em Atenas. É, ao mesmo tempo, a alternativa e a antítese da «Nova Ordem Mundial».
Para os cidadãos,
«Está tudo ao alcance da mão»… o êxito também!
Senhor Presidente, os valores que nos apresenta na sua profissão de fé não podem não ser validados por alguém preocupado com o progresso e com o interesse geral. Para lhes dar vida, são úteis as propostas pontuais e de circunstância. Mas é fundamental associá-las a um projeto e a um programa animados de uma visão global, valorizada por opções estratégicas claras e coerentes, que respeitem o indivíduo e as suas liberdades.
É essa a força do programa de Biosphère Pour Demain, original sob muitos aspetos. As nossas propostas são capazes de harmonizar os interesses locais, nacionais e planetários, sem deixar de estar prontas a ser aplicadas de imediato, através de ações políticas concretas. As nossas propostas não se prestam a tergiversações. As reformas constitucionais previstas podem ser compreendidas em qualquer lugar do mundo. Qualquer que seja o país ou o sistema política atual, cidadãos e dirigentes podem sempre iniciar evoluções com serenidade. Estas propostas respondem assim às expectativas dos povos, cansados de ouvir repetir que não há nada senão o liberalismo que os possa guiar. As nossas propostas dão respostas firmes e abrem novas perspetivas. As nossas propostas permitirão aproveitar imensas potencialidades até agora demasiado negligenciadas, por exemplo, aquelas que as mulheres usam.
É necessário agir, agora, sejam quais forem as dificuldades. Não aceitamos o desmembramento e a destruição dos Estados pela «Nova Ordem Mundial».É assim que se abre caminho à imposição do seu domínio.
Pelo contrário, temos de os reconstruir. Porque o nosso objetivo é começar a construir uma nova sociedade de Paz e de Progresso na Fraternidade, e isto em duas ou três décadas. É o desafio do nosso tempo. Tomando à letra as suas palavras, muitos franceses querem saber se tem realmente a intenção de enfrentar este desafio.
Mulheres e homens honrados abriram caminho, tal como os respeitados presidentes John Fitzgerald KENNEDY e o General Charles de GAULLE. Pagaram caro a ousadia. Os riscos não nos impedem, a nós, cidadãos do mundo, de aceitar o legado de JFK, morto em Dallas, em 22 de novembro de 1963.
Esta era de Paz e de Progresso é esperada desde a noite dos tempos. A nossa época, se bem que particularmente conturbada, é favorável à mobilização de energias de boa vontade e, por conseguinte, ao lançamento deste feito.
Ignorando os poderes usurpados por forças dominantes transnacionais, é com ações construtivas poderosas, como, por exemplo, a adoção do Plano Nacional do Mundo para erradicar as guerras, que é necessário avançar.
- Devemos : 1/ Tomar a iniciativa, 2/ Traçar a nova estrada e 3/ Definir prazos.
Para dar o impulso inicial «Basta um sinal»… como diz o poeta... Talvez o seu sinal? Porque não?
Não há dúvida de que, mais cedo ou mais tarde, um responsável político terá essa coragem. Esta escolha capital poderá ser a decisão de um dos presidentes que estão à frente das três grandes potencias mundiais atuais ou do responsável de outra nação, menos grande, mas mais inspirada. Será uma maneira de fazer esse país entrar na história da humanidade pela porta grande. Para sempre essa nação terá um lugar especial no coração da esmagadora maioria dos cidadãos do novo mundo: os construtores da Sociedade do Terceiro Milénio.
Da fraternidade dos Kennedy à fraternidade entre cidades, de Atenas a Nova Iorque, o caminho não será fácil enquanto o último dos parasitas de «Wall Street» não entregar as armas. Mas é inesgotável o fôlego das mulheres e dos homens que, faça chuva ou faça sol, contra tudo e contra todos, levam e levarão consigo os mais altos valores da humanidade.

«Muito há a fazer para realizar a paz, a justiça a compreensão entre os homens...
Não penso que este país chegue ao topo da colina com esta administração... mas um dia chegará,
e espero que, então, eles pensem que fizemos a nossa parte...»
disse John-Fitzgerald KENNEDY.
«Toda a gente se encolhe. Est+a para dirar… enquanto não o denunciarmos e não lhe pusermos fim. (…) Somos nós que temos essa obrigação» garantiaCharles De GAULLE.

A iniciativa de cidadania assume agora o comando para concluir a obra iniciada pelo povo grego há 2500anos. A Civilazação do Terceiro Milénio está em marcha!

Inspirado na Democracia Consumada, o objetivo destas ações pacíficas, sistematicamente não violentas, é conseguir que os governos de todo o mundo tenham em conta as aspirações dos cidadãos construtores e facilitem as suas ações. Senhor Presidente, está tudo ao alcance da NOSSA MÃO... e das SUAS MÃOS também
O Senhor pode ter a influência; nós teremos o número e a determinação.
De 13 de maio a 13 de julho de 2017, o Senhor tem dois meses para julgar da pertinência de se investir na realização deste projeto, depois de avaliar as vontades e os poderes em presença para fazer a SUA escolha.
Sem dúvida, o Senhor pode ser um Presidente «normal», que não dá grande importância aos seus compromissos, ao futuro dos cidadãos e, sobretudo, ao das gerações futuras do seu país e do planeta. Baixar a cabeça face às restrições impostas pela oligarquia que atualmente manda no mundo pode ser uma «boa desculpa», já que «toda a gente se encolhe» e já o faz há muito tempo.
Felizmente, o senhor também pode ser um Presidente «extraordinário» se se empenhar na mais bela de todas as aventuras: a de inscrever a humanidade numa era de Paz e de Progresso para todos os povos.
No dia 14 de julho, no Dia Nacional, saberemos se decidiu passar realmente à prática os seus argumentos pré‑eleitorais.
A força cidadã acompanhá-lo-á e apoiá-lo-á com todo o entusiasmo, se lhe der a licença de construção.
Ela, em contrapartida, jamais concederá à oligarquia a licença de destruição da biosfera nem permitirá que leve ainda mais longe a devastação. Com este balanço, não se cobriu um pouco mais de ridículo quando um dos seus chefes quis, pateticamente, «fazer o trabalho de Deus»?, Seria capaz de a convencer a abandonar os seus velhos devaneios totalitários, derisórios e mórbidos? Seria capaz de lhe mostrar todos os benefícios materiais, e outros, que ela poderia extrair se mudasse lentamente, em 20 ou 30, as suas atividades? Assim, teria o tempo necessário para as alinhar com os valores e a com a economia, finalmente sã, da nova Sociedade. Podemos esperar, mas é pouco provável. Com o seu cinismo habitual e a sua crueldade inigualável, inebriada pelo seu poder pelo seu domínio quase integral do planeta, ela tentará sufocar todos os que resistam à sua vontade.
Será está uma razão para aceitar a escravatura total que ela nos prepara?
Obviamente que não!
Apesar de tudo, saiba que nós, Construtores danova sociedade, permaneceremos fiéis aos nossos ideais, à nossa ação, sejam quais forem as circunstâncias e as dificuldades encontradas. Jamais nos disporemos a adaptar as nossas prioridades às suas imposições, Jamais seremos «Os Miseráveis» da oligarquia.
No dia 14 de junho, quando descer os Campos Elísios, não haverá entre os Cidadãos Construtores, de branco marcados, nenhum «Miserável». Valorosos somos, valorosos serem durante o período da construção e da luta que nos será imposta. Jamais baixaremos os braços antes de concluir a «Grande Obra».
Estaremos mais motivados do que nunca para colocar, simbolicamente, nesse dia de festa, em Paris, a pedra angular da Sociedade do Terceiro Milénio... com o seu aval... consigo... é o nosso desejo.
Biosphère Pour Demain - Jean-François Dottori-Rey de la Cruz, vulgo Dakttari.

Nota bene. «Meditemos sobre este paradoxo: a água acaba por escavar a rocha. O espírito supera a força. O fraco vence o forte. Que possamos aprender a ver o avesso das coisas, o interior no exterior e em cima o que está em baixo», disse Lao-Tse (séculoVI antes de Cristo). E se o avesso da nossa experiência futura nos permitisse compreender que a escuridão dos corações mais empedernidos que querem abolir as liberdades dos povos de boa vontade pode ser apagada, muito simplesmente, pela luz do nosso tempo?




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